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APC comemora o Dia do Auditor de Controle Externo com palestra na TCMSP

A Academia Paulista de Contabilidade - APC em parceria com a Escola de Contas do Tribunal de Contas do Município de São Paulo – TCMSP e o Sindicato dos Servidores da Câmara Municipal e do Tribunal de Contas do Município de São Paulo – SINDILEX comemoraram o Dia do Auditor de Controle Externo, que ocorreu no dia 27 de abril com uma série de palestras, realiada no dia 17 de maio, no auditório da Escola de Contas.

O evento teve a moderação do Acadêmico da APC, Valmir Leôncio da Silva, que é auditor de Controle Externo do TCMSP e professor da Escola de Contas.

 

Na ocasião, Eduardo Antônio de Oliveira, auditor de Controle Externo do TCMSP abriu o evento expondo seus conhecimentos relativos à realização de Auditorias.

 

Em seguida o vereador da Câmara Municipal de São Paulo, Paulo Batista dos Reis, falou a respeito do “Projeto de Lei sobre o dia do Auditor de Controle externo” que ele está acompanhando de perto. “Esse projeto muda a nomenclatura da função e valoriza ainda mais essa profissão tão importante para as empresas e para os órgãos públicos”, afirmou o vereador.

 

Outro assunto abordado foi a “Auditoria Independente: Conceito, Riscos e Relevância”, explanado pela também Acadêmica da APC, Angela Zechinelli Alonso, que é contadora, pós-graduada em Auditoria e Controladoria e jornalismo. Conselheira do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo – CRCSP e sócia da Alonso, Barretto & Cia.

 

Na ocasião, a especialista falou que o papel do auditor é de julgamento profissional ao planejar e executar a auditoria de demonstrações contábeis. A profissão esta vivendo novos desafios representados pela adoção dos CPC’s (IFRS) e adoção das ISAs (NBCs TA, PA e TO). O uso da Inteligência Artificial em auditorias já está em andamento na Europa, visto que os clientes atuais querem um Relatório mais próximo ao Relato Integrado.

 

Segundo Angela Zechinelli Alonso, uma empresa auditada sistematicamente cria nos funcionários uma cultura diferenciada, assim como nos auditores, para a revisão dos sistemas de controles internos,  a fim de que estes contribuam com várias sugestões de aprimoramento das operações, o que leva a um aumento de produtividade e competitividade nas organizações.

 

“O crescimento econômico é sustentado pela ética nos negócios. No mundo atual não pode haver relacionamentos sem um profissionalismo e uma conduta de total transparência nas ações”, assegura Alonso.

 

O Auditor não é responsável nem pode ser responsabilizado pela prevenção de fraudes ou erros, entretanto, deve planejar seu trabalho avaliando o risco de ocorrência, de maneira que tenha grande probabilidade de detectar aqueles erros que implicam efeitos relevantes.“Uma auditoria que agrega valor deve ser útil para ajudar a organização alcançar seus objetivos e melhora- lós” garante a palestrante.

 

O evento foi destinado aos auditores, procuradores, contadores assessores, secretários municipais, professores, representantes de organizações da sociedade civil e demais interessados, visando reciclar, aperfeiçoar e gerar conhecimentos relativos à realização de Auditorias, por meio de discussão e disseminação de novas experiências.

 

Texto: Bruna Lyra Raicoski

Edição: Lenilde de León

Fotos: Bruna Lyra Raicoski