CONEXÕES ACADÊMICAS
Temas emergentes na visão dos Profissionais da Contabilidade
Conteúdo:
Data: 22/fevereiro/2024
Horário: 16h as 17h30
Local: Ao Vivo no Youtube
Palestrantes:
Ahmad Abu Islaim
Contador formado pela Universidade de São Paulo, com mais de 15 de anos de experiência em grupos multinacionais de grande porte de diversos segmentos, tais como empresas de auditoria externa (Big four), indústria e varejo (KPMG, Grupo Unigel, Grupo Carrefour, CVC e Klabin).
Ricardo Tresso Marcolino
Foi gerente de auditoria independente pela KPMG e possui experiências em empresas de grande porte como Gerente executivo da Controladoria. Também é membro de conselho fiscal. Possu9i a graduação em Administração e em Ciências Contábeis, ambos pela FECAP-Fundação Álvares Penteado.
Moderação: Acadêmico da APC Flávio Riberi
Com o objetivo de redefinir as competências dos Poderes da República - Executivo, Legislativo e Judiciário - o Acadêmico da Academia Paulista de Contabilidade e jurista Miguel Silva, juntamente com o jurista Modesto Carvalhosa e o economista Paulo Rabello de Castro, do Atlântico Instituto de Ação Cidadã, desenvolveu uma Proposta de Emenda à Constituição PEC, denominada PEC do Equilíbrio dos Três Poderes.
A iniciativa foi apresentada nesta quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026, durante reunião ordinária do Conselho Superior de Direito -CSD da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo. Participaram também o jurista Ives Gandra da Silva Martins e o presidente do Instituto dos Advogados de São Paulo, Diogo de Mello, que apresentou o livro recém-lançado “Supremo em Perspectiva: Diagnóstico das Disfunções”.
Segundo documento elaborado pelo Atlântico Instituto de Ação Cidadã, “vivemos uma crise estrutural e cumulativa, a qual denominamos Depressão Democrática: um processo gradual de corrosão das fronteiras institucionais que deveriam assegurar previsibilidade, liberdade, prosperidade sólida e segurança jurídica; o Brasil adoeceu por dentro”.
Em sua apresentação, Miguel Silva afirmou que há hoje um “Brasil institucional” versus um “Brasil não institucional”. A PEC propõe, entre outras medidas, transformar o Supremo Tribunal Federal em uma corte constitucional exclusiva e especial, voltada à análise de normas - e não de indivíduos. O texto estabelece ainda mandato de doze anos para os ministros, respeitados os direitos adquiridos dos atuais integrantes da Corte.
A proposta será agora examinada pelo CSD da Fecomercio-SP que verificará a necessidade de sugerir ajustes pontuais.